quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Banco do Brasil: governo continua enrolando

As negociações com o Banco do Brasil já chegam à terceira rodada e o Comando Nacional dos Bancários continua escutando o mesmo discurso. A instituição financeira só sabe dizer que está estudando a pauta específica. 

Ontem, quando o tema foi remuneração, nova frustração. Entre os temas tratados, aumentos do interstício de 3% para 6% a cada três anos no PCR (Plano de Carreira e Remuneração) e do primeiro mérito (M-1), bolsa estágio, piso, gratificação de função, mérito para escriturário, volta do anuênio e inclusão de 15 minutos na jornada de trabalho.


Para todos os pontos, nenhuma proposta. Durante as conversações, os trabalhadores ainda cobraram critérios de comissionamento, processo de seleção interna, igualdade de oportunidade, travas, rodízios, descomissionamento, efetivação dos caixas substitutos, metas, novas GDP (Gestão de Desempenho Profissional) e call center clandestino.

A estratégia usada pelo BB é a mesma da Fenaban, ou seja, enrolar os funcionários para depois negar tudo. Vergonhoso para o banco que mais lucrou no semestre. 



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