terça-feira, 27 de agosto de 2013

BNB enrola os funcionários

Além de atrasar na marcação das rodadas de negociação, o BNB caminha também em passos lentos quando se trata dos benefícios para os funcionários. A negociação realizada nesta segunda-feira (26/08), em Fortaleza, foi rápida, e os representantes da diretoria e do departamento de Gestão de Pessoas do banco não apresentaram propostas sobre os pontos de trabalho e emprego.
 
Sem se pronunciar efetivamente sobre as reestruturações, a instituição financeira afirmou que agências e superintendências serão as próximas no processo, mas não deu detalhes. A PAA (Proposta de Ações Administrativas) sobre funcionários atingidos com a reestruturação das centrais não será ponto de pauta da reunião da direção desta terça-feira (27/08), sob a desculpa de que é preciso alterar e acrescentar a convocação dos cinco engenheiros mecânicos e 15 engenheiros civis.
 

Sobre o PCR (Plano de Cargos e Remuneração), o BNB alega que o estudo finalizado em 2010 pela Comissão Paritária, formada por membros do banco e trabalhadores, nunca foi entregue, o que impede a implantação. Para os bancários, a afirmação é uma desculpa para atrasar o PCR, uma urgência para os empregados. Além disso, é de interesse dos bancários a existência da PLR Social de 5% - ou que se aproxime ao valor da Caixa (4%).
 
O banco afirma que não proíbe as horas extras e que o bancário que quiser, pode fazer uso do crédito dentro do limite imposto. Também anunciou que a abertura de unidades em finais de semana está proibida. O relógio de ponto está em fase de homologação por parte do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e o BNB propôs assinatura de acordo específico imediatamente após a homologação do ponto, inclusive com o bloqueio de sistemas.

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