sexta-feira, 23 de agosto de 2013

BNB não avança em nada


O Banco do Nordeste demorou tanto para marcar a primeira negociação e quando o encontro acontece frustra os funcionários. Os principais pontos da pauta específica de reivindicações foram debatidos em negociação, realizada nesta quinta-feira (22/08). Mas ficou só na conversa. 

O bancário classista, Antonio Galindo, presente na rodada, ocorrida em Salvador, chamou a atenção para a revisão do PCR (Plano de Cargos e Remuneração), além do investimento em segurança e melhores condições de trabalho. Outro destaque é o processo de reestruturação. Na Bahia, 22 funcionários perderam a comissão e o banco ainda não se posicionou sobre o assunto. 


As discussões ainda giraram em torno da ampliação do quadro de empregados, além da realização de um estudo sobre demandas por parte do BNB. Até 2016, a instituição financeira deve ter 7.150 bancários.

Outra cobrança é o custeio do tratamento de funcionários vítimas de acidentes de trabalho, assédio moral e sexual. Além disso, os bancários querem o acesso ao PAS (Programa de Assistência Social) para tratamento odontológico, aquisição de óculos e lente de contato, funeral de dependente econômico, entre outros.

Sobre a previdência, foram cobradas soluções imediatas para o caso dos “aposentados trabalhadores” e o custeio da CAPEF (com aporte de recursos e canais de negociação com o governo). Para Antonio Galindo, saúde e condições de trabalho têm de ter atenção especial e devem ser levadas para a próxima rodada, prevista para a segunda-feira (26/08), em Fortaleza. 

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