quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Caixa segue sem apresentar propostas


A Caixa segue a Fenaban e tenta enrolar os bancários. Na segunda negociação, ocorrida nesta segunda-feira (19/08), a direção da empresa se esquivou e não apresentou nada de concreto sobre as reivindicações da categoria. 

Em um dos pontos mais problemáticos, as péssimas condições de trabalho, os empregados cobraram aumento da lotação das unidades existentes e apresentaram propostas para aperfeiçoar o trabalho e reduzir a sobrecarga. No entanto, a instituição financeira alega que o tamanho das agências é definido de forma criteriosa, a partir de estudos que levam em conta fatores como mercado em que a unidade está inserida, contexto regional e demanda de clientes.


Sobre os tesoureiros, a empresa afirma que uma consultoria externa está fazendo uma análise e enquanto não for concluída não vai responder as reivindicações. O estudo deve acabar nos próximos meses e até lá não haverá reestruturação nem de unidades nem de tarefas. Os bancários cobraram ainda solução tecnológica para impedir o funcionário de trabalhar após o registro do ponto eletrônico. A direção do banco informou que realiza adequações previstas para acabar até o fim deste mês.

As horas destinadas para o estudo também é uma preocupação dos bancários, que reivindicam o cumprimento do acordo coletivo de trabalho. O ACT destina 6 horas para realização de cursos na Universidade Caixa. A empresa alega que recentemente emitiu comunicado orientando os gestores para assegurarem a efetivação do acordo.

Outra demanda é a falta de 11 de julho, Dia Nacional de Mobilização. A Caixa recuou parcialmente e garantiu não haver reflexos no descanso semanal remunerado, licença-prêmio e na promoção por mérito. Mas, mesmo com forte protesto, manteve o corte de ponto para quem participou do movimento. “Diante da falta de propostas efetivas e do posicionamento inflexível em algumas questões temos de intensificar a mobilização para pressionar por uma postura condizente com o lucro do banco”, ressalta o vice-presidente do Sindicato da Bahia, Augusto Vasconcelos, presente na reunião.

Segurança

Outro assunto muito discutido foi segurança. A empresa informou que realiza mais do que o previsto na Legislação e afirma ser o banco com maior investimento na área, tanto que possui o menor número de ocorrências em termos proporcionais. A negociação ainda tratou das questões relacionadas aos aposentados. 

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