quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Vote 88, Carlos Lima (Caco) e Maria Gaia para o Conselho de Administração da Caixa



Antiga reivindicação dos trabalhadores das empresas estatais, a presença de um representante eleito nos Conselhos de Administração dessas empresas foi transformada na Lei 12.353, sancionada pelo então presidente Lula em 28 de dezembro de 2010.

A partir daí iniciaram as mudanças estatutárias necessárias para incluir mais um membro nos órgãos superiores de cada empresa. Dessa vez não mais um indicado pelo governo, mas um funcionário eleito pelos próprios funcionários.

Essa eleição já aconteceu em algumas estatais, como o Banco do Brasil, e agora é a vez da Caixa Econômica Federal. Para essa eleição os Bancários Classistas (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB) apresentam uma chapa em aliança com a corrente CUT Socialista e Democrática (CSD/CUT), a Chapa 88, composta pelos companheiros Carlos Lima, o Caco, e Maria Gaia.


O programa construído coletivamente para a Chapa 88, Carlos Lima (Caco) e Maria Gaia, inclui a democratização e ampliação da participação dos empregados da Caixa nas decisões da empresa, na elaboração das diretrizes decididas no Conselho e a superação dos limites impostos ainda pela lei no que tange à participação dos trabalhadores em assuntos que afetam diretamente os trabalhadores.

São compromissos da Chapa 88, de Carlos Lima (Caco) e Maria Gaia, o reforço à organização dos funcionários da Caixa, sendo, de fato, o conselheiro os olhos, ouvidos e a voz dos trabalhadores na instância máxima da Caixa. A chapa 88 quer mais democracia, mais participação, quer tratar das questões da Caixa com os seus mais de 96 mil empregados, utilizando as ferramentas corporativas, como os malotes e e-mails, mas também realizando reuniões com os colegas nos mais variados pontos do país.

É compromisso da Chapa 88, de Carlos Lima (Caco) e Maria Gaia, a luta permanente pelo fim da discriminação aos colegas que permaneceram no Reg/Replan e pela Isonomia entre os empregados pré e pós 1998, com extenção do ATS (anuênio) e da Licença-Prêmio aos mais novos. Com a chapa 88 essas justas bandeiras deixarão de ser apenas faladas em campanhas salariais, e serão lembradas, cotidianamente, à empresa e ao governo.

É preciso que se solucionem graves problemas que afetam a empresa e seus funcionários. É necessário aprimorar, muito, os Processos Seletivos Internos (PSI). É necessário que sejam estabelecidos critérios para destituição de função, o que hoje depende do humor do gestor. É necessário que os empregados sejam ouvidos quando do estabelecimento das campanhas, das metas, das rotinas de trabalho, dos produtos, pois são os empregados que realizam o trabalho e sabem como fazer esse trabalho.

Todas essas decisões começam no Conselho de Administração, portanto, a eleição de um legítimo representante dos funcionários pode afetar a vida e o trabalho de todos.

É muito importante que os colegas da Caixa participem dessa votação, é muito importante que ajudem a eleger representantes que tenham compromisso com o conjunto dos trabalhadores, que tenham histórico de lutas em defesa dos empregados da Caixa e da empresa como banco público, agente de desenvolvimento do país.

O primeiro turno acontece de 11 a 18 de novembro de 2013. A votação é pelo Sisrh, no sistema da Caixa.

Autonomia e independência, compromisso com os empregados da Caixa, representação de verdade, democracia e participação, vote Carlos Lima (Caco) e Maria Gaia, vote 88.

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