quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Mobilização por isonomia na Caixa


Em 1998, a política desastrosa de Fernando Henrique Cardoso foi responsável por retirar direitos dos empregados da Caixa. Mesmo com a retomada de vários pontos, consequência da mudança de governo e das mobilizações bancárias, os trabalhadores pressionam os bancos pela completude da isonomia.

Ainda faltam o restabelecimento da licença prêmio de 18 dias por ano e ATS (Adicional de Tempo de Serviço) de 1% sobre o salário a cada ano de serviço. Para continuar a luta, os funcionários da Caixa realizam o Dia Nacional de Luta pela Isonomia com manifestação, nesta quinta-feira (11/09), às 11h30, no edifício 2 de Julho, Paralela.


Os direitos só começaram a ser readquiridos a partir de 2003, no governo Lula, com a concessão do gozo das Apips (Ausências Permitidas para Interesse Pessoal) e parcelamento de férias.

A mobilização garantiu outros avanços, como o Saúde Caixa com contribuição de 2% sobre a remuneração (2004), ampliação do reembolso do adiantamento de férias em 10 parcelas (2007) e unificação das tabelas do PCS de 89 e 98 (2008), o que faz do Plano de Cargos e Salários da Caixa o melhor entre os públicos.

PL da isonomia

A luta pela isonomia também passa pelo Congresso Nacional. Um projeto de lei dos parlamentares Daniel Almeida e Inácio Arruda, ambos do PCdoB, é outra forma de enfrentamento da categoria bancária. O PL está parado na Comissão de Finanças e Tributação.

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