terça-feira, 20 de outubro de 2015

Santander usa polícia para dribrar a greve

O caso aconteceu em São Paulo. Mas serve para mostrar o poder do sistema financeiro e como o serviço público é utilizado a favor do privado. Em tese, a Polícia Militar deve prestar segurança à sociedade. Mas, tem empresa que aciona a PM para fazer segurança privada. E com a permissão do Estado. 

Na madrugada da última sexta-feira (16/10), a polícia foi acionada pelo Santander para escoltar a entrada dos funcionários da unidade de call center, localizada no bairro do Limão, em São Paulo. Um absurdo.

A direção do banco coage os empregados a entrar de madrugada e até trabalhar em prédios fora da lotação e ainda tira soldados da rotina de trabalho, que é garantir segurança à sociedade, para ajudarem a driblar a greve, um movimento legítimo. 

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