sexta-feira, 27 de novembro de 2015

No HSBC, luta em defesa do emprego

A luta pela manutenção do emprego continua forte para os funcionários do HSBC, preocupados com o processo de compra do banco pelo Bradesco. Diversas estratégias estão sendo traçadas pelos membros da COE (Comissão de Organização dos Empregados) para garantir os postos de trabalho.
 
Uma se dá em âmbito jurídico. Em novembro, um mandado de segurança foi pedido pelo Sindicato dos Bancários de Curitiba para o acesso às informações do processo de compra e venda ao Banco Central, que já oficializou posição contrária ao mandado, mas ainda não houve julgamento. 
 
Antes, em setembro, o MPT-PR (Ministério Público do Trabalho) entrou com pedido de liminar no intuito de assegurar o emprego dos funcionários. A ação prevê multa diária de R$ 20 mil por demitido por dia, R$ 250 milhões de bloqueio ao banco por descumprimento e R$ 10 milhões por dano moral coletivo se houver desrespeito à liminar.
 
Outra estratégia debatida no encontro realizado na última semana foi o enfrentamento em relação à Associação Brasil, já que a venda do HSBC não inclui a Associação, com patrimônio estimado em R$ 500 milhões.
 
Além disso, em fórum internacional na Suíça, o movimento sindical expôs a situação de insegurança vivida por mais de 21 mil bancários da empresa que não tem qualquer confirmação de permanecer no trabalho. Bradesco e HSBC precisam entender que só soltar na imprensa que não vai demitir, não adianta. 

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