terça-feira, 8 de dezembro de 2015

#NãoVaiTerGolpe: Impeachment ameaça a democracia

A tentativa de golpe da extrema direita, uma ameaça à democracia, acaba de andar uma casa. Mas, é preciso deixar claro. Ao acolher o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não só tenta se vingar do PT, que anunciou ser a favor da cassação dele no Conselho de Ética, como ainda tira de si as atenções. 

Para quem esqueceu, o presidente da Câmara Federal é acusado de receber propinas fruto de corrupção e guardar em contas secretas na Suíça. Vale destacar que a iniciativa desesperada de Cunha tem sido duramente criticada, embora a grande mídia, a favor do golpe paraguaio, não mostre e ainda faça um trabalho sujo, ao colocar o parlamentar como paladino da moralidade, um herói nacional. 


Eduardo Cunha não tem condições morais e éticas para ocupar o atual cargo. Muito menos decidir sobre o futuro de uma presidente democraticamente eleita por 53% dos brasileiros, e que não tem nenhuma acusação de crime, como é o caso de Dilma Rousseff.  

O presidente da CTB, Adilson Araújo, ressalta que o povo não pode compactuar com a tese golpista. É hora, portanto, de os movimentos populares tomarem as ruas para impedir a tentativa de ferir a democracia.

Apoiar a atitude da extrema direita brasileira, que não se conforma em dividir a sala de aula com o negro ou o saguão do aeroporto com o pobre, é crime de lesa pátria. E deve ser combatido. Mas também não dá para esquecer de cobrar do governo uma mudança radial na política econômica do país.

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